Como usar as publicações empresariais para vender, fidelizar clientes e motivar colaboradores
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A Hamlet realiza para os seus clientes diversas matérias jornalísticas: entrevistas, reportagens sobre eventos internos ou externos e mesmo apoio na redacção de artigos assinados. Na imagem, reportagem preparada para a intranet da ANA.
Todos nós estamos treinados para receber a comunicação publicitária com desconfiança. Por isso, para promover a sua empresa, a publicidade nem sempre é a melhor ferramenta.
Uma alternativa é oferecer informação. Informação relevante, não “contaminada” com a pressão de vender. Por um lado, informação de qualidade é algo que ninguém recusa. E, ao não sentir a auto-promoção explícita, o cliente baixa a guarda, abrindo-se a uma relação de confiança.
Para isso, nada melhor do que algum tipo de suporte editorial, seja um site, um guia prático, uma newsletter (já agora, já assinou a newsletter da Hamlet?) ou uma revista.
A sua empresa precisa de uma revista institucional?
Para empresas de grande dimensão, que precisam comunicar com vários stakeholders – colaboradores, clientes, accionistas, analistas de mercado, jornalistas, a comunidade – uma revista física é uma hipótese a considerar. Nenhum outro suporte consegue de forma tão completa dar uma voz à empresa, permitindo-lhe transmitir regularmente as suas mensagens e pontos de vista.

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A Hamlet reformulou e edita a e-motion, revista institucional da Novabase.
Se for uma revista com qualidade (como é o caso da A Magazine, da ANA S.A., ou da e-motion, que produzimos para a Novabase) aumentará o prestígio da empresa, reflectirá os seus valores e tornará conhecidas as suas competências. Também dará visibilidade às pessoas que a representam, posicionando-as como líderes de opinião.
Mas tem que ser uma revista de verdade
Muitas empresas têm publicações a que chamam revistas, mas que são tudo menos isso. Brochuras institucionais, talvez. Mas não revistas a sério, como aquelas que procuramos nas bancas, e pelas quais não nos importamos de pagar.
Uma revista a sério tem muitas vantagens. Por exemplo:
- <!–[if !supportLists]–>Credibilidade – Uma boa revista tem uma autoridade geralmente inacessível à publicidade
- <!–[if !supportLists]–>Abrangência – Permite tratar com profundidade os muitos assuntos com que lida uma grande empresa.
- <!–[if !supportLists]–><!–[endif]–>Permanência – Além de serem lidas até muito depois da publicação, as revistas podem ter os seus conteúdos reutilizados noutras plataformas.
Essas vantagens supõem uma revista institucional tão interessante para o seu público como qualquer similar vendido em banca. Deve ser uma revista pela qual o leitor não se importaria de pagar. E que, sendo-lhe oferecida, é por isso mesmo ainda mais valorizada (quer ver um exemplo?).
Quem manda é o leitor

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A Hamlet desenvolve conteúdos editoriais e de comunicação interna e externa para clientes como a Novabase, a Makro e a ANA Aeroportos de Portugal. Edita, para a ANA, a A Magazine.
Para isso, a revista deve fazer do leitor o seu principal foco. Começando comuma definição cuidadosa de quem é esse leitor. Publicações de grandes empresas muitas vezestêm um público-alvo abrangente, que engloba diferentes áreas profissionais, níveis etários, posições funcionais e hierárquicas, tipos e graus de relacionamento com a empresa. Nesse caso, mesmo que a empresa actue numa área muito técnica e especializada, a abordagem dos temas deve ter em conta um leitor mais ou menos leigo.
Noutros casos a publicação tem uma audiência mais restrita. Pode ser um tipo de decisores dentro dos clientes – profissionais de IT, gestores, juristas… O tratamento poderá então ser mais técnico, mas nem por isso menos apelativo e interessante.
Para uma captar a atenção do seu público, a empresa deve lembrar-se que não é o centro do mundo. O facto de um assunto dizer respeito à empresa não o torna automaticamente interessante. Mesmo quando fala de si própria e dos seus produtos (o que deve fazer com frequência, como é óbvio), para ter uma publicação de sucesso a empresa tem que centrar-se não no seu umbigo, mas no que pode ser interessante para o leitor.
Quer a informação da sua empresa transmitida de forma interessante, apelativa, irresistível de ler? Marque uma reunião com a Hamlet.
